Reunião na sede da Cooperativa Agrícola Mostardense reúne o presidente do Irga (Instituto Riograndense do Arroz), Cláudio Pereira e autoridades da região na área. Dario Nunes, presidente da cooperativa, José Machado, vice-presidente, Jesus Braga, gerente da cooperativa, Télcio Porciúncula, conselheiro do Irga, Mario Correa, presidente da Associação dos Arrozeiros de Mostardas e Tavares, Melissa Guimarães, chefe do escritório local do Irga e o prefeito de Mostardas conversaram com o presidente e seus assessores. O senhor Dario obteve o comprometimento do presidente do Irga na resolução das demandas da cooperativa. Mario Correa trouxe a necessidade de um órgão oficial como a Emater para realizar a classificação do arroz produzido na região, atividade esta que já era executada pela Emater anos atrás. Uma questão mercadológica que influencia diretamente no preço pago ao produtor. A inauguração da Casa do Irga em Mostardas, que ficou prevista para a primeira quinzena de dezembro foi igualmente assunto da reunião.
Uma parceria entre o Irga, o Governo do Estado, através da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Agronegócio e a empresa gaúcha Industrial KF traz uma nova máquina semeadora para culturas de sequeiro como soja, milho e sorgo em solos de arroz. Áreas experimentais estão sendo preparadas em Mostardas e a demanda existe no município, sendo pleiteado o aumento da disponibilidade do equipamento como explicou Melissa. A diversificação da cultura orizícola é importante e este novo equipamento agradou muito o presidente da associação dos arrozeiros.
Um conjunto da Cesa (Companhia Estadual de Silos e Armazéns) no litoral, que não possui nada do gênero, foi um das demandas trazidas pelo conselheiro Télcio. Outro ponto, que influencia na economia, na vida das pessoas da região, no turismo e pode proteger cerca de 10 mil hectares de arroz, é a ponte do barquinho, que projeta-se não só como ponte, mas ainda como eclusa. permanecendo aberta e sendo fechada quando a salinidade atingisse nível inadequado, resguardando a água doce das lagoas atingidas pela ponte. A obra está ambientalmente bem encaminhada e não foi executada pela ausência de recursos próprios do município. A análise do ministério adequado a fim de buscar recursos para obra estará sendo realizada em parceria do Irga com o executivo municipal. O presidente do Irga seguiu ainda agenda pela península gaúcha após a reunião ocorrida na última terça-feira.


